Uma coisa que esqueci de comentar sobre as minhas férias lá em Camboriú… Perto do cyber-café onde eu ia tinha uma sex-shop. Passando todo o dia na frente obviamente que uma hora eu ia entrar e comprar alguma coisa. Assim, lá se foram alguns reais em uns livros de arte erótica do século XX editados pela Taschen, umas revistas, um jogo de cartas e um par de dados. Sim, um baralho e um par de dados. A moral dos dois é a seguinte:

Ok, a foto tá ruim, mas se prestar um pouco de atenção verás que num dado está uma ação (beijar) e noutro um local (nuca). Na verdade o que temos é o seguinte:
Ações beijar – esfregar lamber – acariciar morder – massagear |
Locais nuca – pescoço coxas – peito bunda – costas |
Já conseguiu imaginar todas as combinações? Como pode se ver nada tão pornográfico assim… O baralho que eu comprei é uma variação dessa brincadeira aí em cima, com direito a mais opções (tem coisas como \”envolver\”…) e um coringa que libera a farra. E como joga? Simples: duas ou mais pessoas (sabem como são esses tempos modernos né…) com a disposição apropriada se reunem e é escolhido a pessoa que \”sofrerá\” a ação e a que \”desempenhará\” a ação. Esta última joga os dados (ou escolhe a carta) e manda ver durante no mínimo um minuto na \”vítima\”.
Ou seja: pode-se dizer que temos aqui um jogo que de azar não tem nada… Ok, é um jogo meio bestinha, mas mesmo assim achei legal (tanto que eu comprei a coisa, lógico). E mais legal ainda é o que está escrito na caixa do baralho: contra a timidez e a rotina sexual. Fico imaginando os seres que são tão sem imaginação para ter que apelar para um recurso desses Mas, enfim, deve ser legal brincar com essas coisinhas depois de consumir alguns copos de vinho à meia luz